Oi, pessoal! Faz um tempo que não dou as caras por aqui. Pois é, estou de férias e sem tempo para escrever. Acabei de voltar do sul da Suécia e Dinamarca e já estou indo para o Brasil da terca!
Bom, assim que eu tiver mais tempo, escrevo mais um pouquinho...
Beijocas,
18 julho 2004
24 junho 2004
Midsommarafton
Nesta sexta-feira comemora-se na Suécia o Midsommarafton, evento que marca a esperada chegada do verão. Como muitas pessoas sabem, principalmente os brasileiros que vivem aqui, a Suécia é um país cheio de tradiÇÕes. O Midsommar é um feriado para ser comemorado entre amigos, cantando músicas folclóricas e comendo especialidades da culinária sueca.
Este será o meu segundo Midsommar aqui na Suécia e vamos comemorá-lo com as mesmas pessoas do ano passado. Temos um casal de amigos que sempre organizam uma festa quando chega essa época do ano, convidam vários casais e comemoram da forma mais tradicional possível.
O evento tem início com um almoço e depois todos irão ajudar na construção de um Midsommarstång, um mastro feito de plantas, de mais ou menos três metros de altura, com duas argolas nas extremidades. Esse objeto simboliza a fertilidade desde os tempos dos vikings. Depois que o mastro é erguido, as pessoas cantam algumas músicas e dançam em torno dele, quem tiver “folkdräkter”, roupa típica do folclore sueco, essa é a hora de tirá-la do armário e usá-la na celebração.
Segundo a tradição, as mulheres que estivem solteiras e em busca de um amor, durante este dia, devem colher sete diferentes tipos de flores e colocar embaixo do travesseiro. Se tudo correr como os antigos deuses suecos diziam, elas irão sonhar com os seus futuros maridos.
É sem dúvidas um feriado romântico e que marca o início dos casamentos de verão. Sim, as pessoas costumam se casar no verão, afinal de contas casamento no inverno, além dos convidados congelarem na igreja, numa temperatura que costuma ultrapassar 20 graus negativos, o salto agulha das convidadas não resistiria a alguns centímetros de neve!
O Midsommar traz também algumas preocupaçÕes, já que alguns tendem a abusar do álcool tornando-se incovenientes. A melhor alternativa é aproveitar-se das iguarias, como peixe cru, batatas cozidas com manteiga, e de sobremesa, sorvete com morangos e chantily. De qualquer forma, espero que o tempo esteja bom na sexta-feira e que a Suécia comemore o seu Midsommarafton seguindo todos os rituais e tradiçÕes que acompanham o seu povo há pelo menos uma centena de anos.
Este será o meu segundo Midsommar aqui na Suécia e vamos comemorá-lo com as mesmas pessoas do ano passado. Temos um casal de amigos que sempre organizam uma festa quando chega essa época do ano, convidam vários casais e comemoram da forma mais tradicional possível.
O evento tem início com um almoço e depois todos irão ajudar na construção de um Midsommarstång, um mastro feito de plantas, de mais ou menos três metros de altura, com duas argolas nas extremidades. Esse objeto simboliza a fertilidade desde os tempos dos vikings. Depois que o mastro é erguido, as pessoas cantam algumas músicas e dançam em torno dele, quem tiver “folkdräkter”, roupa típica do folclore sueco, essa é a hora de tirá-la do armário e usá-la na celebração.
Segundo a tradição, as mulheres que estivem solteiras e em busca de um amor, durante este dia, devem colher sete diferentes tipos de flores e colocar embaixo do travesseiro. Se tudo correr como os antigos deuses suecos diziam, elas irão sonhar com os seus futuros maridos.
É sem dúvidas um feriado romântico e que marca o início dos casamentos de verão. Sim, as pessoas costumam se casar no verão, afinal de contas casamento no inverno, além dos convidados congelarem na igreja, numa temperatura que costuma ultrapassar 20 graus negativos, o salto agulha das convidadas não resistiria a alguns centímetros de neve!
O Midsommar traz também algumas preocupaçÕes, já que alguns tendem a abusar do álcool tornando-se incovenientes. A melhor alternativa é aproveitar-se das iguarias, como peixe cru, batatas cozidas com manteiga, e de sobremesa, sorvete com morangos e chantily. De qualquer forma, espero que o tempo esteja bom na sexta-feira e que a Suécia comemore o seu Midsommarafton seguindo todos os rituais e tradiçÕes que acompanham o seu povo há pelo menos uma centena de anos.
18 junho 2004
O Brasil está na moda
Acho que a Suécia está passando por uma fase de “adoraÇão ao Brasil”! Estou me sentindo até mais em casa por essas bandas...
Uma das mais famosas lojas de roupas daqui, a H&M, inspirou-se na moda-praia brasileira para criar os seus modelos de biquínis e também algumas peÇas da coleÇão de verão masculina. Hoje estive na loja de Västerås e tive a impressão de ter entrado numa loja brasileira. Os modelos que pousaram para as fotos dos catálogos e anúncios da H&M são também brasileiros, como a Daniela Sarayba. Já faz algumas semanas que eles iniciaram esse processo de “abrasileiramento” da coleÇão de verão, mas hoje estava tocando até MPB na loja! Na coleÇão de moda masculina anterior, o astro dos anúncios era o jogador de futebol Cafú.
Sem falar que quando tem algum evento, como o Arosfestival, que comentei no post anterior, é sempre possível encontrar camisetas da SeleÇão Brasileira de Futebol com os nomes de jogadores como Rivaldo e Ronaldinho, os mais populares entre os suecos.
Uma das mais famosas lojas de roupas daqui, a H&M, inspirou-se na moda-praia brasileira para criar os seus modelos de biquínis e também algumas peÇas da coleÇão de verão masculina. Hoje estive na loja de Västerås e tive a impressão de ter entrado numa loja brasileira. Os modelos que pousaram para as fotos dos catálogos e anúncios da H&M são também brasileiros, como a Daniela Sarayba. Já faz algumas semanas que eles iniciaram esse processo de “abrasileiramento” da coleÇão de verão, mas hoje estava tocando até MPB na loja! Na coleÇão de moda masculina anterior, o astro dos anúncios era o jogador de futebol Cafú.
Sem falar que quando tem algum evento, como o Arosfestival, que comentei no post anterior, é sempre possível encontrar camisetas da SeleÇão Brasileira de Futebol com os nomes de jogadores como Rivaldo e Ronaldinho, os mais populares entre os suecos.
16 junho 2004
Carnaval em Västerås
Nesta semana teve início o Arosfestival aqui em Västerås, um evento que acontece durante o verão e traz à cidade muitas atraÇões. Todos os anos o evento é aberto por um grupo de brasileiros que danÇam samba aqui na Suécia, acompanhadas por uma bateria super competente. Segundo informaÇões, muitos deles vêm de Ludvika, cidade sueca, famosa pela quantidade de brasileiros que moram lá. Estavam presentes também grupos de danÇa folclórica do Peru, Bolívia e Cuba.
Além de eventos ligados à música, é possível encontrar diversos pratos típicos de países como Tailândia, Hungria, Chile, dentre outros. Até maÇã do amor eu consegui encontrar. Falando nisso, acho que os suecos nunca viram maÇã do amor na vida, pois olharam com tanta cara de espanto para a minha pobre maÇã, comprada na barraquinha de uma chilena, que fiquei até com medo de derrubá-la!
O Arosfestival termina amanhã com música eletrônica, mais grupos de danÇa e atividades para a crianÇada!
Além de eventos ligados à música, é possível encontrar diversos pratos típicos de países como Tailândia, Hungria, Chile, dentre outros. Até maÇã do amor eu consegui encontrar. Falando nisso, acho que os suecos nunca viram maÇã do amor na vida, pois olharam com tanta cara de espanto para a minha pobre maÇã, comprada na barraquinha de uma chilena, que fiquei até com medo de derrubá-la!
O Arosfestival termina amanhã com música eletrônica, mais grupos de danÇa e atividades para a crianÇada!
06 junho 2004
No terreno dos sonhos, mas com destino à realidade
Hoje quero falar sobre os meus sonhos e quero ouvir sobre os sonhos de vocês. A gente sempre tem um sonho, alguma coisa que a gente quer muito que aconteca. Pode ser uma coisa simples, complicada, possível, utópica, enfim.
Tem pessoas que se contentam em desejar a vida inteira alguma coisa e não se importam em não conseguir realizar. Talvez a graca do sonho, seja exatamente deixar o sonho no campo do sonho e não transformá-lo em realidade. Será?
Eu tenho um sonho! Quero realizá-lo, mas não sei se um dia será possível. Gostaria de trabalhar um tempo na África lecionando inglês ou trabalhando como jornalista em alguma instituicão que presta auxílio às populacões pobres e doentes.
Tem causas que realmente nos absorvem e nos fazem querer largar tudo para tentar ajudar com um pouco de nós, da nossa experiência profissional. Será que é um sonho distante?
No Brasil fui voluntária num projeto chamado Carmim que leva às artes ao ambiente hospitalar, fazendo com que adultos e criancas que estão hospitalizados possam desfrutar de conhecimentos artísticos, como: pintura, desenho, modelagem em argila, dentre outros. O projeto nasceu de uma experiência pessoal do artista plástico Eduardo Valarelli, fundador do Projeto Carmim. Eu os ajudava fazendo um jornal e trabalhando com assessoria de imprensa. Foi uma fase bastante enriquecedora na minha vida pessoal e profissonal. Pessoas como o Eduardo e todos os voluntários do Carmim, fazem desse mundo um lugar melhor para se viver. Sinto falta das minhas atividades ligadas ao Terceiro Setor.
Sempre achei importante o engajamento em causas sociais e trabalhos ligados ao voluntariado. É importante discernir trabalho voluntário, de caridade. As instituicões sociais sérias que estão à procura de voluntários, precisam de pessoas qualificadas e dispostas a doar tempo, profissionalismo e atencão. Elas precisam de pessoas competentes e que entendam o voluntariado como uma forma de colaboracão e ajuda qualificada.
O voluntário precisa estar disposto a ser útil e não encarar sua ajuda a um projeto como uma prestacão de favores. É necessário se compromissar e se apaixonar pela causa que vc está disposto a se oferecer como voluntário.
Para vocês que estão aí no Brasil e conhecem instituicões que necessitam de trabalho voluntário, que tal descobrir um projeto legal e tentar se engajar? Garanto que será uma experiência de muito aprendizado e prazer!
Tem pessoas que se contentam em desejar a vida inteira alguma coisa e não se importam em não conseguir realizar. Talvez a graca do sonho, seja exatamente deixar o sonho no campo do sonho e não transformá-lo em realidade. Será?
Eu tenho um sonho! Quero realizá-lo, mas não sei se um dia será possível. Gostaria de trabalhar um tempo na África lecionando inglês ou trabalhando como jornalista em alguma instituicão que presta auxílio às populacões pobres e doentes.
Tem causas que realmente nos absorvem e nos fazem querer largar tudo para tentar ajudar com um pouco de nós, da nossa experiência profissional. Será que é um sonho distante?
No Brasil fui voluntária num projeto chamado Carmim que leva às artes ao ambiente hospitalar, fazendo com que adultos e criancas que estão hospitalizados possam desfrutar de conhecimentos artísticos, como: pintura, desenho, modelagem em argila, dentre outros. O projeto nasceu de uma experiência pessoal do artista plástico Eduardo Valarelli, fundador do Projeto Carmim. Eu os ajudava fazendo um jornal e trabalhando com assessoria de imprensa. Foi uma fase bastante enriquecedora na minha vida pessoal e profissonal. Pessoas como o Eduardo e todos os voluntários do Carmim, fazem desse mundo um lugar melhor para se viver. Sinto falta das minhas atividades ligadas ao Terceiro Setor.
Sempre achei importante o engajamento em causas sociais e trabalhos ligados ao voluntariado. É importante discernir trabalho voluntário, de caridade. As instituicões sociais sérias que estão à procura de voluntários, precisam de pessoas qualificadas e dispostas a doar tempo, profissionalismo e atencão. Elas precisam de pessoas competentes e que entendam o voluntariado como uma forma de colaboracão e ajuda qualificada.
O voluntário precisa estar disposto a ser útil e não encarar sua ajuda a um projeto como uma prestacão de favores. É necessário se compromissar e se apaixonar pela causa que vc está disposto a se oferecer como voluntário.
Para vocês que estão aí no Brasil e conhecem instituicões que necessitam de trabalho voluntário, que tal descobrir um projeto legal e tentar se engajar? Garanto que será uma experiência de muito aprendizado e prazer!
02 junho 2004
Construindo a felicidade fora de casa
É difícil deixar de sentir saudades da nossa pátria, mas quando se é imigrante, é necessário respeitar o país dos outros. Confesso qua ainda entro em conflito com muitas coisas aqui na Suécia, mas não é atacando os costumes do povo sueco e sua cultura que as coisas na minha vida vão melhorar.
Paciência e tolerância, essas, sob o meu ponto de vista, são as palavras básicas para iniciar a vida num outro país.
No comeco, quando só estava de passagem pela Suécia, sentia que seria difícil me acostumar com o frio, a falta da comida brasileira, a alegria gratuita que todo brasileiro carrega consigo, os dias de verão, os sorvetes da Kibon, enfim, centenas de coisinhas que a gente quer ter por perto quando mora longe.
Posso dizer que tenho melhorado e que ainda sinto saudades, mas, como diz um escritor grego, chamado Kalifathides, em suas histórias sobre quando ele chegou à Suécia: “ a gente não pode sentir saudades o tempo todo até ficar doente”. Não dá para acordar todos os dias e ter vontade de arrumar as malas e voltar para o nosso país. Se for assim, não há condicões de construir felicidade no exterior!
Não é nada fácil, muitas vezes a gente se desespera, fica triste, mas aquela fé, que todo brasileiro costuma ter na vida, precisa prevalecer. Ainda reclamo de um montão de coisas, sinto falta das minhas atividades, do meu trabalho, das sardas no rosto da minha mãe, da minha cahorrinha Sabina, das pedaladas dominicais no Parde do Ibirapuera, das sessões de cinema no Espaco Unibanco e no Belas Artes, das caminhadas na Avenida Paulista, enfim.
São pequenas coisas, mas que fizeram parte da minha vida por muito tempo...mas não quero ficar triste e achar que não há nada de bom nesta minha nova vida. Com certeza tem vantagens!
Como todos nós sabemos, o Brasil tem também o seu lado que ninguém sente saudades.
Sempre que as pessoas descobrem que sou do Brasil, ficam interessadas em saber sobre o futebol, o Carnaval, o samba. Quando se sentem um pouco mais íntimas, comecam a perguntar sobre a violência, as criancas de rua, a pobreza. Quando percebo que por trás desse tipo de comentário sobre a desigualdade brasileira tem a intencão de exaltar a política de bem-estar social sueca e depreciar o Brasil, tento ser diplomática. Não dá para fechar os olhos para todas as injusticas e absurdos da vida brasileira que a gente já não saber mais se tem conserto.
A Suécia é um país rico, primeiro do mundo quando o assunto é maternidade, boa política para refugiados de guerra, mas ainda falta uma atencão maior quando se fala em atendimento nos hospitais públicos. Já tive que esperar quase 11 horas para ter um ferimento costurado e tenho ouvido muitas pessoas que conheco reclamarem do servico nos hospitais. Após ter precisado do servico e testado a sua ineficiência, resolvi escrever para um jornal de Västerås (na época, em inglês) relatar o fato, e sugerir uma pauta.
Não recebi nenhuma resposta, mas pelo menos fiz a minha parte, denunciei algo que me desagradou, ao invés de ficar repetindo que os hospitais do meu plano de saúde brasileiro são melhores do que qualquer hospital público sueco.
Pode até ser, mas não vou ficar atacando pedras num país que também tem muito para ensinar ao Brasil! Viver não é fácil, mas a vida também pode ser divertida, animada, feliz, tudo depende de como a gente lida com os acontecimentos!
* Como disse a Denise Arcoverde, do blog Síndrome de Estocolmo ( acabei me aprofundando mais nesse texto por conta de um dos posts dela sobre a vida de imigrante. Um texto muito bom...), a gente tem que ter uma postura positiva prá ser feliz!
Paciência e tolerância, essas, sob o meu ponto de vista, são as palavras básicas para iniciar a vida num outro país.
No comeco, quando só estava de passagem pela Suécia, sentia que seria difícil me acostumar com o frio, a falta da comida brasileira, a alegria gratuita que todo brasileiro carrega consigo, os dias de verão, os sorvetes da Kibon, enfim, centenas de coisinhas que a gente quer ter por perto quando mora longe.
Posso dizer que tenho melhorado e que ainda sinto saudades, mas, como diz um escritor grego, chamado Kalifathides, em suas histórias sobre quando ele chegou à Suécia: “ a gente não pode sentir saudades o tempo todo até ficar doente”. Não dá para acordar todos os dias e ter vontade de arrumar as malas e voltar para o nosso país. Se for assim, não há condicões de construir felicidade no exterior!
Não é nada fácil, muitas vezes a gente se desespera, fica triste, mas aquela fé, que todo brasileiro costuma ter na vida, precisa prevalecer. Ainda reclamo de um montão de coisas, sinto falta das minhas atividades, do meu trabalho, das sardas no rosto da minha mãe, da minha cahorrinha Sabina, das pedaladas dominicais no Parde do Ibirapuera, das sessões de cinema no Espaco Unibanco e no Belas Artes, das caminhadas na Avenida Paulista, enfim.
São pequenas coisas, mas que fizeram parte da minha vida por muito tempo...mas não quero ficar triste e achar que não há nada de bom nesta minha nova vida. Com certeza tem vantagens!
Como todos nós sabemos, o Brasil tem também o seu lado que ninguém sente saudades.
Sempre que as pessoas descobrem que sou do Brasil, ficam interessadas em saber sobre o futebol, o Carnaval, o samba. Quando se sentem um pouco mais íntimas, comecam a perguntar sobre a violência, as criancas de rua, a pobreza. Quando percebo que por trás desse tipo de comentário sobre a desigualdade brasileira tem a intencão de exaltar a política de bem-estar social sueca e depreciar o Brasil, tento ser diplomática. Não dá para fechar os olhos para todas as injusticas e absurdos da vida brasileira que a gente já não saber mais se tem conserto.
A Suécia é um país rico, primeiro do mundo quando o assunto é maternidade, boa política para refugiados de guerra, mas ainda falta uma atencão maior quando se fala em atendimento nos hospitais públicos. Já tive que esperar quase 11 horas para ter um ferimento costurado e tenho ouvido muitas pessoas que conheco reclamarem do servico nos hospitais. Após ter precisado do servico e testado a sua ineficiência, resolvi escrever para um jornal de Västerås (na época, em inglês) relatar o fato, e sugerir uma pauta.
Não recebi nenhuma resposta, mas pelo menos fiz a minha parte, denunciei algo que me desagradou, ao invés de ficar repetindo que os hospitais do meu plano de saúde brasileiro são melhores do que qualquer hospital público sueco.
Pode até ser, mas não vou ficar atacando pedras num país que também tem muito para ensinar ao Brasil! Viver não é fácil, mas a vida também pode ser divertida, animada, feliz, tudo depende de como a gente lida com os acontecimentos!
* Como disse a Denise Arcoverde, do blog Síndrome de Estocolmo ( acabei me aprofundando mais nesse texto por conta de um dos posts dela sobre a vida de imigrante. Um texto muito bom...), a gente tem que ter uma postura positiva prá ser feliz!
31 maio 2004
Dicas
Bom, agora que o "Mundo Sueco e eu" já tem alguns posts, gostaria de adicionar algumas fotos. Instalei aquele programa chamado Hello, para usuários do Blogger poderem adicionar e compartilhar fotos online, mas foi um fracasso. Ele trava toda hora, vive dando erro e não consigo enviar fotos.
Gostaria de saber se os meus leitores (as) têm alguma dica sobre algum programa legal e eficiente para blogueiros que hospedam seu site no Blogger.
Esse mundinho dos blogs está me trazendo a possibilidade de entrar em contato com muitas pessoas interessantes e com ótimas histórias para contar. Que bom que a internet derruba fronteiras e faz a gente adquirir informacões sobre outros "mundos" e outras pessoas com interesses parecidos e diferentes dos nossos!
Continuem me escrevendo e partilhando suas histórias!
Gostaria de saber se os meus leitores (as) têm alguma dica sobre algum programa legal e eficiente para blogueiros que hospedam seu site no Blogger.
Esse mundinho dos blogs está me trazendo a possibilidade de entrar em contato com muitas pessoas interessantes e com ótimas histórias para contar. Que bom que a internet derruba fronteiras e faz a gente adquirir informacões sobre outros "mundos" e outras pessoas com interesses parecidos e diferentes dos nossos!
Continuem me escrevendo e partilhando suas histórias!
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