Hoje quero falar sobre os meus sonhos e quero ouvir sobre os sonhos de vocês. A gente sempre tem um sonho, alguma coisa que a gente quer muito que aconteca. Pode ser uma coisa simples, complicada, possível, utópica, enfim.
Tem pessoas que se contentam em desejar a vida inteira alguma coisa e não se importam em não conseguir realizar. Talvez a graca do sonho, seja exatamente deixar o sonho no campo do sonho e não transformá-lo em realidade. Será?
Eu tenho um sonho! Quero realizá-lo, mas não sei se um dia será possível. Gostaria de trabalhar um tempo na África lecionando inglês ou trabalhando como jornalista em alguma instituicão que presta auxílio às populacões pobres e doentes.
Tem causas que realmente nos absorvem e nos fazem querer largar tudo para tentar ajudar com um pouco de nós, da nossa experiência profissional. Será que é um sonho distante?
No Brasil fui voluntária num projeto chamado Carmim que leva às artes ao ambiente hospitalar, fazendo com que adultos e criancas que estão hospitalizados possam desfrutar de conhecimentos artísticos, como: pintura, desenho, modelagem em argila, dentre outros. O projeto nasceu de uma experiência pessoal do artista plástico Eduardo Valarelli, fundador do Projeto Carmim. Eu os ajudava fazendo um jornal e trabalhando com assessoria de imprensa. Foi uma fase bastante enriquecedora na minha vida pessoal e profissonal. Pessoas como o Eduardo e todos os voluntários do Carmim, fazem desse mundo um lugar melhor para se viver. Sinto falta das minhas atividades ligadas ao Terceiro Setor.
Sempre achei importante o engajamento em causas sociais e trabalhos ligados ao voluntariado. É importante discernir trabalho voluntário, de caridade. As instituicões sociais sérias que estão à procura de voluntários, precisam de pessoas qualificadas e dispostas a doar tempo, profissionalismo e atencão. Elas precisam de pessoas competentes e que entendam o voluntariado como uma forma de colaboracão e ajuda qualificada.
O voluntário precisa estar disposto a ser útil e não encarar sua ajuda a um projeto como uma prestacão de favores. É necessário se compromissar e se apaixonar pela causa que vc está disposto a se oferecer como voluntário.
Para vocês que estão aí no Brasil e conhecem instituicões que necessitam de trabalho voluntário, que tal descobrir um projeto legal e tentar se engajar? Garanto que será uma experiência de muito aprendizado e prazer!
06 junho 2004
02 junho 2004
Construindo a felicidade fora de casa
É difícil deixar de sentir saudades da nossa pátria, mas quando se é imigrante, é necessário respeitar o país dos outros. Confesso qua ainda entro em conflito com muitas coisas aqui na Suécia, mas não é atacando os costumes do povo sueco e sua cultura que as coisas na minha vida vão melhorar.
Paciência e tolerância, essas, sob o meu ponto de vista, são as palavras básicas para iniciar a vida num outro país.
No comeco, quando só estava de passagem pela Suécia, sentia que seria difícil me acostumar com o frio, a falta da comida brasileira, a alegria gratuita que todo brasileiro carrega consigo, os dias de verão, os sorvetes da Kibon, enfim, centenas de coisinhas que a gente quer ter por perto quando mora longe.
Posso dizer que tenho melhorado e que ainda sinto saudades, mas, como diz um escritor grego, chamado Kalifathides, em suas histórias sobre quando ele chegou à Suécia: “ a gente não pode sentir saudades o tempo todo até ficar doente”. Não dá para acordar todos os dias e ter vontade de arrumar as malas e voltar para o nosso país. Se for assim, não há condicões de construir felicidade no exterior!
Não é nada fácil, muitas vezes a gente se desespera, fica triste, mas aquela fé, que todo brasileiro costuma ter na vida, precisa prevalecer. Ainda reclamo de um montão de coisas, sinto falta das minhas atividades, do meu trabalho, das sardas no rosto da minha mãe, da minha cahorrinha Sabina, das pedaladas dominicais no Parde do Ibirapuera, das sessões de cinema no Espaco Unibanco e no Belas Artes, das caminhadas na Avenida Paulista, enfim.
São pequenas coisas, mas que fizeram parte da minha vida por muito tempo...mas não quero ficar triste e achar que não há nada de bom nesta minha nova vida. Com certeza tem vantagens!
Como todos nós sabemos, o Brasil tem também o seu lado que ninguém sente saudades.
Sempre que as pessoas descobrem que sou do Brasil, ficam interessadas em saber sobre o futebol, o Carnaval, o samba. Quando se sentem um pouco mais íntimas, comecam a perguntar sobre a violência, as criancas de rua, a pobreza. Quando percebo que por trás desse tipo de comentário sobre a desigualdade brasileira tem a intencão de exaltar a política de bem-estar social sueca e depreciar o Brasil, tento ser diplomática. Não dá para fechar os olhos para todas as injusticas e absurdos da vida brasileira que a gente já não saber mais se tem conserto.
A Suécia é um país rico, primeiro do mundo quando o assunto é maternidade, boa política para refugiados de guerra, mas ainda falta uma atencão maior quando se fala em atendimento nos hospitais públicos. Já tive que esperar quase 11 horas para ter um ferimento costurado e tenho ouvido muitas pessoas que conheco reclamarem do servico nos hospitais. Após ter precisado do servico e testado a sua ineficiência, resolvi escrever para um jornal de Västerås (na época, em inglês) relatar o fato, e sugerir uma pauta.
Não recebi nenhuma resposta, mas pelo menos fiz a minha parte, denunciei algo que me desagradou, ao invés de ficar repetindo que os hospitais do meu plano de saúde brasileiro são melhores do que qualquer hospital público sueco.
Pode até ser, mas não vou ficar atacando pedras num país que também tem muito para ensinar ao Brasil! Viver não é fácil, mas a vida também pode ser divertida, animada, feliz, tudo depende de como a gente lida com os acontecimentos!
* Como disse a Denise Arcoverde, do blog Síndrome de Estocolmo ( acabei me aprofundando mais nesse texto por conta de um dos posts dela sobre a vida de imigrante. Um texto muito bom...), a gente tem que ter uma postura positiva prá ser feliz!
Paciência e tolerância, essas, sob o meu ponto de vista, são as palavras básicas para iniciar a vida num outro país.
No comeco, quando só estava de passagem pela Suécia, sentia que seria difícil me acostumar com o frio, a falta da comida brasileira, a alegria gratuita que todo brasileiro carrega consigo, os dias de verão, os sorvetes da Kibon, enfim, centenas de coisinhas que a gente quer ter por perto quando mora longe.
Posso dizer que tenho melhorado e que ainda sinto saudades, mas, como diz um escritor grego, chamado Kalifathides, em suas histórias sobre quando ele chegou à Suécia: “ a gente não pode sentir saudades o tempo todo até ficar doente”. Não dá para acordar todos os dias e ter vontade de arrumar as malas e voltar para o nosso país. Se for assim, não há condicões de construir felicidade no exterior!
Não é nada fácil, muitas vezes a gente se desespera, fica triste, mas aquela fé, que todo brasileiro costuma ter na vida, precisa prevalecer. Ainda reclamo de um montão de coisas, sinto falta das minhas atividades, do meu trabalho, das sardas no rosto da minha mãe, da minha cahorrinha Sabina, das pedaladas dominicais no Parde do Ibirapuera, das sessões de cinema no Espaco Unibanco e no Belas Artes, das caminhadas na Avenida Paulista, enfim.
São pequenas coisas, mas que fizeram parte da minha vida por muito tempo...mas não quero ficar triste e achar que não há nada de bom nesta minha nova vida. Com certeza tem vantagens!
Como todos nós sabemos, o Brasil tem também o seu lado que ninguém sente saudades.
Sempre que as pessoas descobrem que sou do Brasil, ficam interessadas em saber sobre o futebol, o Carnaval, o samba. Quando se sentem um pouco mais íntimas, comecam a perguntar sobre a violência, as criancas de rua, a pobreza. Quando percebo que por trás desse tipo de comentário sobre a desigualdade brasileira tem a intencão de exaltar a política de bem-estar social sueca e depreciar o Brasil, tento ser diplomática. Não dá para fechar os olhos para todas as injusticas e absurdos da vida brasileira que a gente já não saber mais se tem conserto.
A Suécia é um país rico, primeiro do mundo quando o assunto é maternidade, boa política para refugiados de guerra, mas ainda falta uma atencão maior quando se fala em atendimento nos hospitais públicos. Já tive que esperar quase 11 horas para ter um ferimento costurado e tenho ouvido muitas pessoas que conheco reclamarem do servico nos hospitais. Após ter precisado do servico e testado a sua ineficiência, resolvi escrever para um jornal de Västerås (na época, em inglês) relatar o fato, e sugerir uma pauta.
Não recebi nenhuma resposta, mas pelo menos fiz a minha parte, denunciei algo que me desagradou, ao invés de ficar repetindo que os hospitais do meu plano de saúde brasileiro são melhores do que qualquer hospital público sueco.
Pode até ser, mas não vou ficar atacando pedras num país que também tem muito para ensinar ao Brasil! Viver não é fácil, mas a vida também pode ser divertida, animada, feliz, tudo depende de como a gente lida com os acontecimentos!
* Como disse a Denise Arcoverde, do blog Síndrome de Estocolmo ( acabei me aprofundando mais nesse texto por conta de um dos posts dela sobre a vida de imigrante. Um texto muito bom...), a gente tem que ter uma postura positiva prá ser feliz!
31 maio 2004
Dicas
Bom, agora que o "Mundo Sueco e eu" já tem alguns posts, gostaria de adicionar algumas fotos. Instalei aquele programa chamado Hello, para usuários do Blogger poderem adicionar e compartilhar fotos online, mas foi um fracasso. Ele trava toda hora, vive dando erro e não consigo enviar fotos.
Gostaria de saber se os meus leitores (as) têm alguma dica sobre algum programa legal e eficiente para blogueiros que hospedam seu site no Blogger.
Esse mundinho dos blogs está me trazendo a possibilidade de entrar em contato com muitas pessoas interessantes e com ótimas histórias para contar. Que bom que a internet derruba fronteiras e faz a gente adquirir informacões sobre outros "mundos" e outras pessoas com interesses parecidos e diferentes dos nossos!
Continuem me escrevendo e partilhando suas histórias!
Gostaria de saber se os meus leitores (as) têm alguma dica sobre algum programa legal e eficiente para blogueiros que hospedam seu site no Blogger.
Esse mundinho dos blogs está me trazendo a possibilidade de entrar em contato com muitas pessoas interessantes e com ótimas histórias para contar. Que bom que a internet derruba fronteiras e faz a gente adquirir informacões sobre outros "mundos" e outras pessoas com interesses parecidos e diferentes dos nossos!
Continuem me escrevendo e partilhando suas histórias!
28 maio 2004
Com destino ao sul da Suécia
Faz algum tempo que eu nao passo por aqui para escrever as minhas notícias...mas finalmente a sexta-feira chegou!
Ontem fui com o Jonas para Nässjö, uma cidadezinha no sul da Suécia. Ele foi trabalhar e eu resolvi ir junto pois acho bem interessante o percusso que a gente tem que fazer para chegar lá. Temos que passar por um lago enorme chamado Vättern ao redor dele, estão localizadas várias cidades charmosas, como Gränna, por exemplo. Nesta cidade parece que a populacão sobrevive da venda de polka gris, um doce típico da região. Tem umas casinhas lindas num morro, que da de frente para a ilha. No sul da Suecia temos a impressao que o verao ja chegou. A vegetacão esta verdíssima e ontem fez 18º graus na região.
Para quem tiver a oportunidade de passar o verão na Suécia, a dica é conhecer lugares como Gränna, Ödeshög, Vadstena, Askersund, dentre outas cidades. Depois disso, a dica é Skåne, Gotland ou Öland, paraísos do verão sueco, também localizados ao sul.
No ano passado nos hospedamos num Bed & Breakfast, em Ödeshög. Além de mais barato que os hotéis convencionais esse tipo de hospedagem tem lé o seu charme.
Ainda não temos planos concretos para o verão deste ano. Precisamos decidir logo, pois parece que o verão já comecou a mostrar a sua cara, pelo menos no sul da Suécia.
Ontem fui com o Jonas para Nässjö, uma cidadezinha no sul da Suécia. Ele foi trabalhar e eu resolvi ir junto pois acho bem interessante o percusso que a gente tem que fazer para chegar lá. Temos que passar por um lago enorme chamado Vättern ao redor dele, estão localizadas várias cidades charmosas, como Gränna, por exemplo. Nesta cidade parece que a populacão sobrevive da venda de polka gris, um doce típico da região. Tem umas casinhas lindas num morro, que da de frente para a ilha. No sul da Suecia temos a impressao que o verao ja chegou. A vegetacão esta verdíssima e ontem fez 18º graus na região.
Para quem tiver a oportunidade de passar o verão na Suécia, a dica é conhecer lugares como Gränna, Ödeshög, Vadstena, Askersund, dentre outas cidades. Depois disso, a dica é Skåne, Gotland ou Öland, paraísos do verão sueco, também localizados ao sul.
No ano passado nos hospedamos num Bed & Breakfast, em Ödeshög. Além de mais barato que os hotéis convencionais esse tipo de hospedagem tem lé o seu charme.
Ainda não temos planos concretos para o verão deste ano. Precisamos decidir logo, pois parece que o verão já comecou a mostrar a sua cara, pelo menos no sul da Suécia.
20 maio 2004
Bate papo
Depois de uma semana cansativa, cheia de provas e mais provas, estou de volta! Só vou saber dos resultados na semana que vem.
Bom, acabei de entrar em vários sites de empregos aqui na Suécia e percebi que a coisa continua feia. Nesta época do ano, com a chegada do verão, parece que o país fecha as portas e todo mundo vai fazer um churrasquinho no jardim ou se banhar em algum lago de águas geladas, programinhas básicos no verão do mundinho nórdico.
Mesmo que não fosse verão, ainda assim, seria difícil conseguir boas oportunidades. Tenho me sentido cada vez mais confiante com relacão ao meu desempenho em sueco, mas preciso estudar mais e mais. Não basta falar bem o idioma, é preciso ser perfeita. Ainda mais para uma jornalista, que tem a comunicacão como ferramenta de trabalho. Acho perfetamente possível trabalhar em alguma outra coisa. Mesmo assim, o idioma continua sendo a principal exigência. É, minha gente, não é fácil.
Os cursos de idiomas para estrangeiros são uma ótima oportunidade. São gratuitos, eficientes e a gente acaba encontrando gente do mundo inteiro. É uma experiência bastante interessante. Fazer amigos, conhecer outras culturas, exercitar a tolerância e o respeito pelas diferencas, são algumas das disciplinas extras que a a gente acaba acumulando num curso de línguas num outro país.
Conheci muitas pessoas legais no meu curso. Costumo dizer que além de sueco, acabo estudando história também, pois convivo com pessoas do mundo inteiro num só lugar. A gente acaba abrindo os olhos para outras realidades e fazendo amizade com pessoas que a cada dia acrescentam seus hábitos e um pouquinho de suas culturas
às nossas vidas.
O mais legal disso tudo é quando a gente resolve se encontrar e cada um faz um prato típico de seu país. Afinal de contas, gastronomia também é cultura!
Bom, acabei de entrar em vários sites de empregos aqui na Suécia e percebi que a coisa continua feia. Nesta época do ano, com a chegada do verão, parece que o país fecha as portas e todo mundo vai fazer um churrasquinho no jardim ou se banhar em algum lago de águas geladas, programinhas básicos no verão do mundinho nórdico.
Mesmo que não fosse verão, ainda assim, seria difícil conseguir boas oportunidades. Tenho me sentido cada vez mais confiante com relacão ao meu desempenho em sueco, mas preciso estudar mais e mais. Não basta falar bem o idioma, é preciso ser perfeita. Ainda mais para uma jornalista, que tem a comunicacão como ferramenta de trabalho. Acho perfetamente possível trabalhar em alguma outra coisa. Mesmo assim, o idioma continua sendo a principal exigência. É, minha gente, não é fácil.
Os cursos de idiomas para estrangeiros são uma ótima oportunidade. São gratuitos, eficientes e a gente acaba encontrando gente do mundo inteiro. É uma experiência bastante interessante. Fazer amigos, conhecer outras culturas, exercitar a tolerância e o respeito pelas diferencas, são algumas das disciplinas extras que a a gente acaba acumulando num curso de línguas num outro país.
Conheci muitas pessoas legais no meu curso. Costumo dizer que além de sueco, acabo estudando história também, pois convivo com pessoas do mundo inteiro num só lugar. A gente acaba abrindo os olhos para outras realidades e fazendo amizade com pessoas que a cada dia acrescentam seus hábitos e um pouquinho de suas culturas
às nossas vidas.
O mais legal disso tudo é quando a gente resolve se encontrar e cada um faz um prato típico de seu país. Afinal de contas, gastronomia também é cultura!
16 maio 2004
Provas e mais provas...
Bom, esta semana vai ser dura! Logo na segunda-feira de manhã tenho prova de sueco. Na terca também! Fazer o que? Estou estudando muito. Na verdade não estou achando tão interessante esse novo curso. Terminei o SFI, primeiro curso de sueco para estrangeiros, em april e logo em seguida comecei o SAS, curso mais avancado. Pensei que seria mais dinâmico, mas estou bastante decepcionada.
É muita gramática e história sueca o tempo todo...chatésimo! O nível de sueco dos alunos é diferente, o que torna o aprendizado ainda mais irritante. Bom, vamos ver no que dá!
As férias de verão estão se aproximando e já, já a tortura do primeiro período do curso acaba!
Estou à espera de dias melhores!
É muita gramática e história sueca o tempo todo...chatésimo! O nível de sueco dos alunos é diferente, o que torna o aprendizado ainda mais irritante. Bom, vamos ver no que dá!
As férias de verão estão se aproximando e já, já a tortura do primeiro período do curso acaba!
Estou à espera de dias melhores!
13 maio 2004
Chorando se foi....
Vocês se lembram daquela lambada chamada “Chorando se foi?”, que tocou muito durando os anos 80 no Brasil e fez a banda Kaoma, que ficar famosa em vários países da Europa. Pois é....parece que a coisa está voltando. Tenho ouvido “Chorando se foi” nas rádios aqui da Suécia, restaurantes e me perguntado se a indústria fonográfica brasileira não poderia exportar músicas mais atuais para a Europa.
Uma vez ouvi os “Tribalistas”, conjunto formado há algum tempo pelo Carlinhos Brown, Marisa Monte e Arnaldo Antunes, numa rádio sueca. Achei o máximo!
Mas parece que coisas boas assim não chegam com facilidade até a Escandinávia. Temos que ouvir “Chorando se foi” e relembrar do tempo que a “lambada” explodiu no Brasil.
Alguns talentos brasileiros tem suecesso garantido em muitos países da Europa. Como por exemplo: Daniela Mercury, Caetano Veloso, Gilberto Gil e outros. Lembro-me de ter ouvido o Jonas, meu marido, comentar que estava num restaurante na Itália, na cidade de Terni, onde os clientes ouviram Daniela Mercury a noite inteira.
Sucesso garantido tem também a Timbalada do Carlinhos Browm. Há pouco tempo eles tocaram no Bar Brasil, em Estocolmo. No ano passado fui ao Cosmonova, cinema 3D em Estocolmo, assistir a um filme chamado "Stomp", sobre percussão. Fiquei super satisfeita por terem apresentado a Timbalada como uma das referências dos ritmos musicais brasileiros.
Uma vez ouvi os “Tribalistas”, conjunto formado há algum tempo pelo Carlinhos Brown, Marisa Monte e Arnaldo Antunes, numa rádio sueca. Achei o máximo!
Mas parece que coisas boas assim não chegam com facilidade até a Escandinávia. Temos que ouvir “Chorando se foi” e relembrar do tempo que a “lambada” explodiu no Brasil.
Alguns talentos brasileiros tem suecesso garantido em muitos países da Europa. Como por exemplo: Daniela Mercury, Caetano Veloso, Gilberto Gil e outros. Lembro-me de ter ouvido o Jonas, meu marido, comentar que estava num restaurante na Itália, na cidade de Terni, onde os clientes ouviram Daniela Mercury a noite inteira.
Sucesso garantido tem também a Timbalada do Carlinhos Browm. Há pouco tempo eles tocaram no Bar Brasil, em Estocolmo. No ano passado fui ao Cosmonova, cinema 3D em Estocolmo, assistir a um filme chamado "Stomp", sobre percussão. Fiquei super satisfeita por terem apresentado a Timbalada como uma das referências dos ritmos musicais brasileiros.
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